SINDARE - Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Estadual do Estado do Tocantins
05/11/2013 - 23h47m

Sindicatos se reúnem em Audiência Pública na Assembleia Legislativa para discutir futuro do IGEPREV.

 

Representantes de diversas categorias estiveram presentes nesta terça-feira, 5, na Assembleia Legislativa participando de uma audiência pública para tratar do futuro do  Instituto de Gestão Previdenciária do Tocantins – IGEPREV. O presidente do Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Estadual do estado do Tocantins – SINDARE e da Associação dos Auditores Fiscais do Tocantins – AUDIFISCO, Jorge Couto, juntamente com os auditores fiscais Artur Alcides Barros, e vereador João Campos, participaram da reunião representando a categoria.

 Da audiência pública ficou definido a formação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a supostas gestões  ilícita nos recursos. Segundo o deputado Sargento Aragão (Pros), autor do requerimento para audiência pública, o número de parlamentares que se comprometeram com a proposta já é suficiente para a formação da CPI do Igeprev.

Para diretor do Departamento dos Regimes de Previdência no Serviço Público do Ministério da Previdência Social, Otoni Gonçalves Guimarães, os recursos aplicados em fundos extintos, com na financeira BVA, já estão praticamente perdidos, mas recomendou prudência aos atuais gestores do instituto, para investimentos considerados temerários. “Podem até ser investimentos legais, porém é necessário tomar muito cuidado quais são os papéis que estão sendo adquiridos, pois muitos que prometem rendimentos elevados às vezes não são seguros”, afirmou.

 Na opinião do presidente da audiência pública, deputado Marcelo Lelis (PV), os trabalhos desenvolvidos tiveram um encaminhamento satisfatório e progrediram em ações concretas como por exemplo a apreciação do Projeto de Lei que trata da reforma administrativa do Igeprev.

 Conforme o diretor administrativo e financeiro, Samuel Antônio Basso Chiesa, do Sindicato dos Servidores Públicos no Estado do Tocantins (Sisepe-TO), que integra o conselho deliberativo do Igeprev, muitas das informações sobre as aplicações realizadas pelo instituto eram sonegadas aos representantes das instituições que participavam da gestão dos recursos. “Além disso, operações financeiras eram feitas, mesmo com integrantes do conselho sendo radicalmente contra”, denunciou.

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