SINDARE - Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Estadual do Estado do Tocantins
14/08/2013 - 14h30m

Denúncia de filiado do SINDARE é destaque da Revista VEJA desta semana

 
Divulgação

Depoimento prestado pelo auditor Rodrigo Aranha Lacombe, filiado do Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Estadual do Estado do Tocantins – SINDARE, e que está à disposição do  Tribunal Superior Eleitoral - TSE, mostram que, em 2010, o Tribunal sumiu com relatórios que apontavam irregularidades e recomendavam a rejeição da prestação de contas apresentada pelo PT em 2003 – quando o esquema do mensalão começava as ser montado. Algo parecido aconteceu, também em 2010, com o processo que analisava os gastos da campanha eleitoral de Dilma Rousseff. Novamente, documentos que apontavam irregularidades sequer foram anexados ao processo.

A matéria publicada na Revista Vejaestá fundamentada no depoimento do auditor Rodrigo Aranha Lacombe o qual “contou que seus pareceres pela rejeição das contas eleitorais do PT sumiram do processo por ordem do então presidente Lewandowski”.


O depoimento do auditor, que trabalhou no TSE de 2003 até o ano passado, foi prestado ao juiz Carlos Henrique Perpétuo Braga, secretário-geral do TSE e braço-direito da atual presidente do tribunal, a ministra Cármen Lúcia.  O ministro negou que tenha feito qualquer incursão a favor do PT ou da presidente Dilma Rousseff.

Rodrigo Lacombe, que além de filiado ao SINDARE também é filiado a AUDIFISCO - Associação dos Auditores Fiscais do Tocantins, fala em nome próprio. O presidente do SINDARE e da AUDIFIOSCO, Jorge Couto, disse que o auditor tem total liberdade sobre as suas ações. “Nós respeitamos a posição do Rodrigo Lacombe. O SINDARE e a AUDIFISCO não têm qualquer participação em tal denúncia. Portanto, não há sequer que falar em concordância ou discordância, na medida em que trata de assunto alheio às atividades da categoria fiscal. O nosso filiado, esteve à disposição do Tribunal Superior Eleitoral, requisitado por aquele importante órgão judicante, mas no exercício de atividades diversas das atividades de auditoria fiscal. Assim, as entidades classistas que representamos e que tem o companheiro Rodrigo como filiado, vêem à situação como mero expectadores".

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