SINDARE - Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Estadual do Estado do Tocantins
01/07/2016 - 01h00m

AS MESMAS ALEIVOSIAS DE SEMPRE. AS MESMAS.

 

Em sua única matéria publicada ontem este sindicato começou o seu texto da seguinte forma:  Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Estadual do Estado do Tocantins - SINDARE, instado a se pronunciar sobre a paralisação anunciada por outra entidade classista no âmbito do fisco estadual, vem informar aos seus filiados, Auditores Fiscais, que se mantenham em seus postos de trabalho, desempenhando com normalidade às suas atribuições. A categoria dos Auditores Fiscais, após Assembleia Extraordinária realizada na sede do SINDARE, no dia 11/06/2016, encontra-se em "estado de greve" e apta à greve geral se houver deliberação conjunta do Movimento de União dos Servidores Públicos Civis e Militares do Estado do Tocantins - MUSME-TO. Além das questões de cunho jurídico, cujas consequências para os filiados poderiam ser prejudiciais, uma vez que o SINDARE, em assembleia, não deliberou sobre os mesmos motivos pelos quais tem servido de razões para a paralisação que se anuncia para amanhã, há ainda a compreensão de que o reajuste da Data-Base, do piso ao teto, tem precedência neste instante sobre outras demandas da categoria".

Num texto de quatro parágrafos, não por acaso, o SINDARE utilizou o último parágrafo para fazer um alerta e uma orientação. Qual seja, a de não permitir que os seus filiados fossem usados pelos gestores para prejudicar a paralisação de iniciativa de outro sindicato. Senão, há de se ver:  "...Ao mesmo tempo, o SINDARE não permitirá que os seus filiados sejam usados em prejuízo ao movimento de outras entidades, como antigos gestores da SEFAZ já o fizeram no passado. Dai porque recomenda aos seus filiados, Auditores Fiscais, a não atenderem eventuais solicitações de quem quer que seja para desempenhar atividades funcionais diferentes das que já estão desempenhando normalmente neste mês, principalmente se se caracterizar que o propósito de tais convocações for o de, tão-somente, sabotar o movimento de qualquer entidade classista ou as reivindicações de outros servidores – auditores fiscais, inclusive. Até porque, no que concerne às motivações de eventuais ações e reivindicações das demais entidades de classe, desde que não influenciem negativamente as prerrogativas – direitos e deveres - dos Auditores Fiscais (filiados ao SINDARE), não cabe ao próprio SINDARE se manifestar. Muito menos, prejudicar, sobretudo quando, aprioristicamente, se antevê, ao menos, a legitimidade de tais reivindicações".

No dia de ontem, 30, o SINDARE, já tendo esclarecido no dia anterior, o seu posicionamento em relação à situação de paralisação dos Auditores Fiscais filiados ao sindicato que tem em seus quadros, majoritariamente, ex-agentes de fiscalização e arrecadação, preferiu não expedir mais qualquer nota ou publicar qualquer matéria, como se pode perceber até então,  exatamente para não prejudicar um movimento que, até se nos parecia legítimo.

O SINDARE não só não tentou enfraquecer movimento algum, como até alertou os gestores de que não permitiria que os seus filiados fossem usados para prejudicar as ações classistas, em curso, outra entidade. E para ser mais objetivo, o SINDARE orientou os Auditores Fiscais (ex-Auditores de Rendas) a não se submeterem a qualquer eventual determinação de quem quer que fosse para o exercício de atividades laborais diferentes das que já vinham desempenhando desde o início do mês. Tal orientação teve motivação certa. A de não prejudicar quem quer que seja que esteja em mobilização.

Acostumados que são, a procurar "chifre em cabeça de cavalo", na noite de hoje, os mesmos de sempre, já se enveredaram na estratégia mais do que "ultrapassada" de partir para as suas rasteiras agressões, de nível proporcional ao seu autor, certamente para mascarar o fiasco a que tem se notabilizado esse movimento, que, independentemente de sua legitimidade (ou não), soa inoportuno, já que há um uníssono compromisso firmado com o Movimento de União dos Servidores Públicos Civis e Militares do Estado do Tocantins - MUSME-TO, para que se evitassem ações sindicais mais agudas num momento em que todos os sindicatos de servidores públicos do executivo se uniram na luta por uma demanda comum.  Ainda assim, essa questão de oportunidade, cada qual é que faz a sua avaliação, dai porque o SINDARE até preferiu não entrar nesse mérito na matéria de ontem.

Convém ainda esclarecer, que o SINDARE – Sindicato dos Auditores não teve qualquer tratativa com o Sindicato dos ex-Agentes de Fiscalização, acerca do movimento desta semana, como também não houve no suscitado movimento paredista de 1998. Sequer foi procurado antecipadamente, como seria próprio, se quisessem ao menos o nosso apoio. Reitere-se, nem agora, nem nos idos dos anos 90 ou 2000. Sugestivas épocas em que alguns "chefes", supervisores de postos fiscais,  inclusive, perseguiam, manifestamente, muitos de “seus colegas” de serviço. Ao revés do que mentirosamente dizem, o SINDARE em nenhum momento afirmou que há servidor mais importante do que outro no âmbito  da SEFAZ, em que pese, alguns "desses tais", tratarem  muito mal e de forma reprovável os colegas agentes fazendários que tanto contribuem para êxito da arrecadação.

Quererem, os mesmos de sempre, imputar ao SINDARE - ou aos seus dirigentes - utilizando-se das abomináveis aleivosias, as quais dominam com propriedade peculiar, ressalte-se, culpa pelo insucesso de seu famigerado movimento, é não apenas se proporem a “tapar o sol com a peneira”. É, concomitantemente, tentar fazer, com as suas minudências – ou continuar a fazer – de bobos, os desavisados que ainda se permitem deixar-se levar por essas ações vis e sórdidas.  É tentar escanteiar e relegar a uma atenção de plano inferior (no popular, desviar o foco), mais uma das ignóbeis ações que, vê-se, voltam a perpetrar. Quanta estupidez!

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